Repare na imagem, ela representa esquematicamente o percurso dos nossos pensamentos e emoções.
Como é que tudo começa? Pelos acontecimentos, e estes são sempre exteriores a nós. Certo?
Depois, na mente, transformam-se em dados… e os dados em verdades.
Claro que estas verdades se transformam em pensamentos que fazemos nossos, sendo que apenas lhe peço que repare que estes pensamentos já representam um trabalho da mente e que até podem já ser ou estar completamente desfasadas dos acontecimentos que lhe deram origem: são já um produto mental.
Depois, claro que os pensamentos geram emoções, e as emoções é que definem como vivemos as experiências que compõem a nossa realidade.
E logo a seguir a nossa realidade vai criar mais acontecimentos… e lá voltamos ao mesmo círculo.
Certamente já todos tínhamos reparado que a vida é circular, nada de novo, certo?
Mas então, e se conseguirmos interferir num dos pontos desta cadeia?? … Que me diz? Eu acho que podíamos mudar tudo!!
Acredito que o mais fácil será interferir a nível da emoção que se sente, sabe porquê? Porque somos sempre nós que escolhemos a forma como nos queremos sentir (Sim, eu sei que esta afirmação é difícil para muitos…) Mas repare, na verdade podemos sempre interromper um pensamento e a emoção que ele provoca e alterá-los, ou não? É decisão nossa.
Como vamos fazer a escolha dessas emoções? Neale Donald Walsch fala do medidor de felicidade. Segundo ele, devemos perguntar-nos, sempre que sentimos uma emoção “Isto serve-me? Sou feliz estando zangado? Ou deprimido? Ou triste? A resposta é sim??? Então óptimo! Posso continuar. A resposta é não? Já não me serve? Então largo!
Vamos sentir as emoções que queremos sentir, de forma consciente, porque cada um cria a sua própria realidade!
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